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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Placa

Do blog Paiçandu blog news: A placa na rodovia de saída de Maringá pede aos ciclistas para utilizarem a ciclovia. Mas... que ciclovia???


terça-feira, 12 de janeiro de 2010

A rua é das pessoas e não dos carros, por Nazareno Stanislau Affonso

Em 2008 os fabricantes de automóveis foram ajudados pela isenção da Cide-combustíveis, pela redução da alíquota do IOF na compra de motocicletas, motonetas e ciclonetas por pessoas físicas, e pela redução do IPI da indústria automobilística, representando importantes renúncias fiscais. A indústria nunca fabricou tanto e quem perdeu foram os cidadãos no seu direito de mobilidade. A opinião é de Nazareno Stanislau Affonso em artigo na revista do Ipea Desafios/agosto 2009.







 Em uma vaga de estacionamento para automóveis cabem mais de 15 bicicletas.



Nazareno Stanislau Affonso, é coordenador do MDT (Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de Qualidade) e do escritório da ANTP Brasília, diretor do Instituto RUAVIVA, integrante do Conselho das Cidades e da Coordenação do Fórum Nacional da Reforma Urbana.


Eis o artigo.


Em 2007 o governo e a indústria automobilística comemoraram a fabricação dos 50 milhões de veículos em 50 anos, colocando o Brasil no 9º lugar entre os produtores e 11º exportador mundial. A Anfavea dizia que os próximos 50 milhões deveriam acontecer em 15 anos, caso o governo desse "estímulo ao consumo interno, apoio à engenharia e incentivo à produção e exportação".
Os automóveis e as motocicletas estão no centro da crise de mobilidade, figurando entre as principais causas dos congestionamentos, do aumento da poluição e dos acidentes com mortos e feridos, com as cidades pagando alto custo, principalmente os usuários de transportes coletivos. Em 1998, pesquisa sobre congestionamentos em dez capitais, do Ipea/ANTP, apontava um custo de R$ 5 bilhões, responsável por 15% de aumento das tarifas públicas.


Enquanto o transporte público urbano espera por medidas de desoneração tributária, justiça social nos pagamentos das gratuidades - hoje pagas pelos usuários - e investimentos em infraestrutura, o governo federal e os estados de São Paulo e Minas Gerais injetaram R$ 8,5 bilhões para manter os financiamentos para automóveis, sob pretexto de que seu bom desempenho favorece a economia,.


Em 2008 os fabricantes de automóveis foram ajudados pela isenção da Cide-combustíveis, pela redução da alíquota do IOF na compra de motocicletas, motonetas e ciclonetas por pessoas físicas, e pela redução do IPI da indústria automobilística, representando importantes renúncias fiscais. A Fenabrave festejou um crescimento de 27,8% nas vendas entre 2006 e 2007, atingindo 2,3 milhões de automóveis comercializados. Em 2008 festejou novo recorde, o maior da história, crescendo 14% sobre 2007 (de 2,3 milhões para 2,6 milhões), a despeito da crise internacional que afetou profundamente a indústria automobilística em todo o mundo.


Os dados são contundentes quanto às perdas sociais e econômicas que esse modelo de mobilidade promove no país: o transporte público, uma solução sustentável e que cria cidades mais baratas e eficientes, recebe seu primeiro golpe, quando a Constituição passa a competência para os municípios investirem e gerirem os transportes públicos, sem prover os recursos condizentes, além de inviabilizar as propostas de se criar um fundo de investimentos permanente para essa política. Nessa política rodoviarista e focada nos automóveis, houve o fim dos bondes, as ferrovias urbanas foram sucateadas, e os ônibus perderam 20 bilhões de passageiros entre 1992 e 2005, deixando de arrecadar R$ 29 bilhões (ANTP) .


Como o uso do automóvel relaciona-se à renda da população, fica claro o abismo existente entre o consumo dos que ganham até R$ 250 e mais de R$ 3.600: para os últimos, o consumo de energia é 9 vezes maior, o de combustível 11 vezes, despejam 14 vezes mais poluentes no meio ambiente e 15 vezes mais acidentes de trânsito. Comparando o transporte público com os automóveis, vemos mais absurdos: os automóveis são responsáveis por 83% dos acidentes; 76% da poluição e sofrem apenas 38% dos congestionamentos dos quais são a maior causa, enquanto os que usam transporte público sofrem 62%.


Com relação aos subsídios totais ao transporte urbano nas regiões metropolitanas por modo: autos/motos/táxi recebem de R$ 10,7 bilhões a R$ 24,3 bilhões/ano (86% dos recursos), enquanto os transportes públicos recebem de R$ 2 bilhões a R$ 3,9 bilhões (14%), apesar de transportarem 31% das viagens contra 30% dos automóveis. Esses subsídios referem-se apenas à compra e licenciamento de veículos, operação direta, estacionamento e externalidades não cobradas (poluição, acidentes, congestionamento).
Embora não haja aqui espaço para se aprofundar sobre o que levou o país a optar por essa política de mobilidade centrada nos automóveis, que aumenta a exclusão social e a poluição e promove um genocídio no trânsito, é possível demonstrar que há soluções, mas que pressupõem vontade política, responsabilidade pelo futuro das próximas gerações e pela sustentabilidade do planeta.


Para isso, utilizarei algumas das propostas apresentadas pelo MDT (Movimento Nacional pelo Direito ao Transporte Público de qualidade para todos) na 8ª Jornada Brasileira Na cidade, sem meu carro, cuja campanha era "a rua é das pessoas e não dos carros":


1. Transformar os estacionamentos na via pública em aumentos de calçadas, ciclovias e faixas exclusivas de ônibus, ou em jardins, limitando o estacionamento nos centros urbanos aos residentes;


2. Garantir que todo investimento em novas ruas, incluindo os viadutos, seja para pedestres, ônibus e bicicletas;




3. Utilizar faixas de vias, hoje dos automóveis, para implantar corredores exclusivos de ônibus, e que esses sejam fiscalizados para não serem invadidos;
 
4. Criar um fundo de mobilidade urbana municipal com recursos provenientes da Cide-combustível, de pedágios urbanos e da taxação de estacionamentos, prestando conta publicamente, todo ano, da sua aplicação;


5. Promover o planejamento racional das ruas pela prefeitura, integrando as linhas de ônibus, as bicicletas, as calçadas acessíveis e os carros às linhas de ferrovia e metrô e aos corredores exclusivos de ônibus.


Nosso sonho é construir cidades em que os vários espaços sociais sejam valorizados, promovendo a inclusão da cidade real.


Volta de Mountain bike Caminho das águas

O Mountain Bike está se consolidando sua popularidade no norte do Paraná, em janeiro/2010 haverá mais um evento ciclo-turístico é 1ª Volta de MTB Caminho das Águas de Apucarana a ser realizado em 24-01-2010 em Apucarana/PR às 07h30min no Lagoão.
Para mais informações ligar para (43) 3033.7536.
Será uma ótima oportunidade para iniciar o ano pedalando na companhia dos amigos.
 
 
 
1ª Volta de MTB Caminho das Águas de Apucarana
Data: 24-01-2010
Local: Lagoão em Apucarana/PR
Horário: 07h30min 

Implantação da terceira fase do Sistema Binário em Maringá

 Implantação da terceira fase do Sistema binário em Maringá ocorrerá no próximo domingo, dia 17 de janeiro de 2010.
Ciclista, fique atento!

Da acessoria de impresa da Prefeitura Municipal de Maringá

 A Secretaria de Transportes está realizando obras em canteiros das quatro avenidas que receberão o sistema binário nos próximos dias. Serão feitas 55 agulhas que permitirão a transposição dos veículos de um lado da avenida para outro, quando houver necessidade de conversão à esquerda ou direita.
     As obras para a transposição estão sendo realizadas primeiramente nas avenidas Duque de Caxias e Herval, que passarão a ter sentido único no próximo dia 17. Na próxima semana as avenidas São Paulo e Paraná recebem as agulhas para a preparação da mudança de sentido que ocorrerá a partir do dia 1º de fevereiro. As obras são realizadas por uma empresa vencedora da licitação e os recursos são do Fundo Municipal de Transportes.
     O secretário de Transportes, Walter Guerlles, explica que o cronograma de implantação dos binários poderá ser modificado. “Caso chova muito nos próximos dias as obras para a implantação das agulhas e a inversão dos semáforos podem ser prejudicadas. Dependemos do fator tempo, mas se tudo correr bem vamos iniciar o sistema Binário no dia 17 de janeiro e finalizar dia 1º de fevereiro”, diz Guerlles, informando que os locais para as implantações das agulhas foram selecionados com critério, “preservando o meio ambiente e evitando a retirada de árvores”.
     Além das agulhas e da mudança dos semáforos que já estão sendo efetuadas a rua Arthur Tomas terá o sentido invertido entre a avenida Herval e São Paulo, dando fluidez ao sistema  Binário, assim como ocorreu em ruas das Zonas 7 e 2.
     Nesta última etapa de alterações nas vias Guerlles pede atenção redobrada dos pedestres e ciclistas. “Vamos mexer com a rotina das pessoas que ao invés de olhar para os dois lados das avenidas na hora de atravessar a via precisarão observar apenas um sentido. Por isso para evitar acidentes a Setran vai intensificar a presença de agentes de trânsito na área central, reforçar a sinalização horizontal e vertical e colocar faixas nas vias orientando sobre as mudanças. Mas o principal é a colaboração dos motoristas que devem trafegar devagar e utilizar as agulhas somente quando houver necessidade de converter para a esquerda ou direita, e dos ciclistas e pedestres que devem estar atentos para atravessar as vias”, recomenda o secretário de Transportes.
     A partir do dia 17 de janeiro as quatro vias da avenida Herval terão sentido Colombo – Catedral, enquanto a avenida Duque de Caxias fará o sentido Catedral – Colombo. No dia 1º de fevereiro as alterações serão realizadas nas avenidas São Paulo – que passa a ter sentido Tiradentes – Colombo, e Paraná que fará sentido Colombo – Tiradentes.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Bicicletada no twitter


Bicicletada também está no twitter:

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

em 2010, desobvialize-se!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Usuários de mobilidade não-motorizada terão mais atenção em Santa Catarina

A Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou no dia d16 de dezembro o Projeto de Lei nº 534/07, de autoria do deputado Pedro Uczai (PT), que dispõe sobre a infraestrutura e equipamentos de segurança e acessibilidade para as formas de mobilidade não-motorizadas de pedestres, bicicletas e cadeiras de rodas. De acordo com o parlamentar, a matéria regulamenta os direitos de deslocamento de pedestres e usuários das formas de mobilidade não-motorizada.

Com a aprovação, os usuários das formas de mobilidade não-motorizada terão a garantia de segurança nos trechos onde compartilham o mesmo espaço com veículos motorizados, conforme determina o Código de Trânsito brasileiro, além de critérios de planejamento para implantação de vias e estruturas associadas destinadas a pedestres, ciclistas, usuários de cadeiras de rodas em rodovias estaduais; compatibilizar a mobilidade municipal com a estadual; redução do custo de transporte; promover a integração das formas de transporte coletivo com as formas de mobilidade não-motorizada. (Tatiani Magalhães/Divulgação Alesc) .

Em tempo: O Projeto de Lei aprovado no plenásrio da ALESC, segue agora para as mãos do Governador que poderá sacioná-lo ou vetá-lo. Até o mes de janeiro de 2010, teremos essa resposta.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

quais as verdadeiras intenções do Plano Diretor?



Documento feito pelo Observatório das Metrópoles com considerações sobre a conferência municipal que deveria ter discutido o Plano Diretor da cidade.

Esta área mencionada no documento não é a mesma onde será construído um shopping center na cidade???

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

pesquisa indicará a qualidade de vida e desenvolvimento humano em Maringá

matéria publicada no site de O Diário, dia 15/12/2009.

Uma pesquisa envolvendo a Universidade Autônoma de Madrid, na Espanha, com a participação do Observatório das Metrópoles de Maringá, vai mapear os dados ambientais e os dados sociais de Maringá, de maneirar a cruzá-los e oferecer propostas que possam subsidiar políticas públicas na área de ecologia urbana.

Fabio Angeoletto, doutorando pela mesma instituição participa da pesquisa. Ele também é ciclista e participou da bicicletada em Maringá, realizada em setembro deste ano.

Para ler a matéria completa, clique aqui.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

frota de veículos de Maringá cresce

 Matéria de O Diário, para ler na integra, clique aqui.

Maringá possui quase 220.000 veículos circulando diariamente pela cidade.
É a maior proporção de habitantes/ automóveis do Paraná. Não é a toa que há congestionamento na cidade as 15h00 da tarde.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Pesquisa

Este blog quer saber quem são os seus leitores.
Deixe um comentário informando quem é, o que faz e pedala quando e por que.

Projeto de lei em Maringá prevê instalação de estacionamentos de bicicletas pela cidade

Hoje foi publicado no Jornal de Maringá online matéria sobre um projeto de lei sobre a instalação de eatacionamento para bicicletas em Maringá.
(Matéria na integra, aqui)

A iniciativa é bem bacana, mas deverá ser acompanhada de um sistema cicloviário, com instalação de malha cicloviária, com ciclofaixas e ciclovias interligadas para que os usuários de bicicleta possam andar por toda Maringá com segurança. Deverá ter sinalização adequada, pavimentação e drenagem, entre outros. 

O texto denomina os estacionamentos de bicicletários, mas dependendo da quantidade de suportes a denominação é outra:
Paraciclos - estacionamento, com um número reduzido de vagas, para bicicletas em espaços públicos com dispositivos capazes de manter os veículos de forma ordenada e com o mínimo de segurança.
Bicicletário - estacionamento para bicicletas, com mais de 20 vagas, implantado junto a terminais de transporte, grandes indústrias e parques.

O que deverá ser observado neste projeto de lei é a forma como esses suportes serão instalados na cidade e como serão distribuídos entre si.

Os paraciclos devem ser escolhidos com base no espaço disponível, no nível de segurança necessário e, obviamente, no custo. Independentemente do modelo escolhido, o paraciclo deve:
1) Oferecer um ponto de apoio para o quadro ou para o garfo. Caso contrário, as rodas suportam todo o peso da bicicleta e podem se danificar facilmente.
2) Permitir que se prenda o quadro E a roda dianteira com um cadeado. Se apenas um desses elementos ficar preso, o outro se torna um alvo fácil para bandidos.


Onde instalar os paraciclos
Os paraciclos devem ser instalados em todos os lugares onde os ciclistas precisam  estacionar: ruas comerciais e entradas de edifícios públicos, escolas e prédios residenciais. Idealmente, os paraciclos devem estar localizados perto do destino do usuário. Geralmente instalados na frente dos edifícios, também podem ser posicionados nos fundos ou em alguma área livre, desde que o local seja seguro. Em ruas comerciais, os paraciclos podem ser instalados na calçada ou na própria rua, após a última vaga de estacionamento para automóveis. Em um mundo ideal, bicicletários dentro de estacionamentos cobertos oferecem o máximo de segurança, além de manter os selins secos para os ciclistas no final do dia!

*baseado em texto de Carlos Teixeira em www.cicloviavel.org.

 

Mais informações sobre a instalação de estacionamento para bicicletas, clique aqui.


terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Torne Copenhagen em Hopenhagen

Hopenhagen é um movimento, um momento e uma chance de um novo começo. A esperança de que em Copenhague em dezembro - durante a reunião das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas - nós podemos construir um futuro melhor para o nosso planeta e de uma forma mais sustentável de vida. É a esperança de que possamos criar uma comunidade global que levará nossos governantes em tomar as decisões certas. A promessa de que, resolvendo nossa crise ambiental, podemos resolver nossas crises econômicas, ao mesmo tempo. Hopenhagen é mudar - e essa mudança será alimentado por todos nós.
http://www.hopenhagen.org

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

só lembrando aos motoristas

ART 58 do Código de Trânsito Brasileiro:

Nas vias urbanas e nas rurais de pista dupla, a circulação de bicicletas deverá ocorrer, quando não houver ciclovia, ciclofaixa, ou acostamento, ou quando não for possível a utilização destes, nos bordos da pista de rolamento, no mesmo sentido de circulação regulamentado para a via, com preferência sobre os veículos automotores.

22 pessoas, 2 cachorros e o clima

 Vídeo dirigido por Luiza Xavier e Lucas Barreto para a campanha "Tic-tac-tic-tac - É hora de agir pelo planeta" (ver http://www.tictactictac.org.br/). O vídeo aborda especialmente o transporte sustentável.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Campanha Tic tac tô no clima

 

CAMPANHA TICTACTICTAC
A Campanha TicTacTicTac é uma mobilização mundial para reforçar a importância e a urgência de combater as mudanças climáticas e seus efeitos. A iniciativa reúne pessoas físicas e jurídicas, ONGs e grupos sociais, religiosos, profissionais e empresariais que reivindicam um acordo ambicioso, justo e comprometido na 15ª Conferência das Partes (COP-15) da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que reunirá os governos mundiais de 7 a 19 de dezembro de 2009, em Copenhague, na Dinamarca.


Para garantir a mobilização em todo o país, a Campanha está recolhendo assinaturas. A participação pode ser feita online através do site www.tictactictac.org.br. Todas as assinaturas são incluídas no banco de dados mundial, que já ultrapassou 10 milhões de integrantes. No Brasil já foram colhidas 170 mil assinaturas.


A campanha enfatiza que em Copenhague não se espera uma solução para todos os problemas, em todos os detalhes. “Isso é um trabalho de anos, com muitos pontos a serem resolvidos técnica, econômica e politicamente. O que não podemos perder é a ocasião de definirmos bases firmes - justas, ambiciosas e comprometidas - sobre as quais empresas, políticos, cientistas e a sociedade possam trabalhar nos próximos anos”, comenta Aron Belinky, coordenador executivo da campanha no Brasil.


Lançada no primeiro semestre de 2009, a Campanha TicTacTicTac é conduzida por um grupo composto por entidades sociais e ambientais de renome no Brasil e no exterior: Avaaz, Greenpeace, Idec, Inesc, Oxfam, Vitae Civilis e WWF-BR. É respaldada também por um Conselho Consultivo múltiplo, formado por personalidades e organizações brasileiras, como os institutos Ethos e Akatu, o Fórum Brasileiro de ONGs e Movimentos Sociais para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento (FBOMS), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), a Comissão das Pastorais Sociais da CNBB etc.


Quer saber mais? http://www.tictactictac.org.br/ 

Entre no site e assine o Abaixo assinado apoiando a campanha e exigindo um acordo climático ambicioso e justo em Copenhage. Leva só  30 segundos para aderir. 
http://www.tonoclima.org.br/

 

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Campanha Sou legal no trânsito


Campanha Sou legal no trânsito

O Denatran e o Ministério das Cidades estão com uma campanha para fazer o trânsito das cidades brasileiras mais humano e educado.

O site é bem bacana e traz várias dicas para pedestres, motoristas, ciclistas e motociclistas

.
 Na parte dos ciclistas há sugestões de como se comportar no trânsito, depoimentos de ciclistas e até um guia do ciclista consciente.

Gostou? Quer aderir?

Passe adiante!




Neste domingo, Campeonato Intermunicipal de ciclismo em Jandaia do Sul


Data(s):

06/12/2009
Local:

Jandaia do sul Av. Getúlio Vargas – Em frente a Quadra de Vôlei de Praia
Programação:

JUVENIL MASCULINO Nascido de 1.995 A CIMA 08:30 09:00
FEMININO OPEN LIVRE 08:30 09:10
MASTER C Nascidos ATÉ 1.959 08:30 09:10
Segunda Bateria as 9:20 Hs. Largada Término
MASTER A Nascidos de 1.970 a 1.979 09:20 10:10
JÚNIOR MASCULINO Nascidos de 1.991 a 1992 09:20 10:10
Terceira Bateria as 10:20 Hs. Largada Término
JUVENIL FEMININO Nascido de 1.995 A CIMA 10:20 10:50
MOUNTAIN BIKE Open 10:20 11:00
MASTER B Nascidos de 1.960 A 1969 10:20 11:00

Inscrições:
Valores:

Antecipada R$ 20,00 para a categoria Elite, R$ 10,00 Categoria Juvenil, Infanto Juvenil isento e de R$ 15,00 para as demais categorias. No dia da prova será cobrado R$ 30,00 para a Elite, R$ 20,00 para a Juvenil e R$ 25,00 para as demais categorias.
Local:

Através do site WWW.CLMTBC.COM

Premiação:

Troféus de 1º ao 5º e medalha até o 10º
Organização:

CLMTBC
Apoio:

PREFEITURA MUNICIPAL DE JANDAIA DO SUL
Informações:

Informações com Sandro ou Patrícia através do fone 43 3337-3176, ou pelo site WWW.CLMTBC.COM